Dinâmica do mercado no imobiliário

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Em média cada um de nós tem na nossa esfera de influência dúzias senão centenas de pessoas. Do trabalho, família, vizinhos… Então temos de perceber que o maior retorno que vamos receber não virá de uma única transacção.

Virá do beneficio que todas as outras transacções vão trazer e que
podem vir de uma transacção que à partida não parecia tão prometedora.

Mas não vai acontecer automaticamente. Só vai acontecer se tiveremos todos os elementos necessários estrategicamente posicionados para que qualquer interacção tenha condições de gerar muitas outras.

Uma pessoa não trás um só imóvel

Então se um cliente vai mudar de casa temos uma estratégia pronta para essa situação. Podemos dar uma festa para as pessoas que vão comprar a casa e para as pessoas que vai sair da casa.

Estrategicamente tomamos conta de ambos os lados. Mesmo que não sejamos os responsáveis por ambas a angariação do novo imóvel e a venda do imóvel actual.

Apresentamos pessoas umas às outras, ficamos a conhecer melhor a todos e deixamos uma marca positiva e diferenciada.

Temos a necessidade, a responsabilidade de fazer crescer o nosso mercado. Mas não somos obrigados a fazê-lo, é uma decisão.
É uma questão de querer mostrar uma atitude diferente aos nossos clientes.

Podemos concentrarmo-nos em fazer o maior esforço para encontrar o maior número de pessoas e concentrarmo-nos em ajudar a comprar, arrendar ou vender o imóvel ou podemos querer ir mais além.

Podemos desde o início da relação com o novo cliente dizer:

Eu estou a investir em si como meu cliente. Eu quero ser o seu agente imobiliário para o resto da vida. Eu sei que está a começar aqui e que eventualmente vai-se casar, vai ter sucesso, propostas de trabalho noutras cidades, vai ter mais filhos, vai ter de se mudar, vai querer viajar.

Eu quero estar lá em todas essas fases. Se alguma vez eu não estiver a conseguir resolver o problema da melhor maneira eu vou-lhe sempre dizer, dar-lhe o melhor conselho e não vou desistir de si.

Trago alguém que possa resolver se eu não conseguir. Se confiar em mim para isso vou sempre colocar os seus interesses acima dos meus.

Pode soar a um bocado a demais mas é directo ao assunto e é um bocado o que todos pensamos que queremos fazer mas que nunca dizemos porque achamos que é lamechas.

Agora, não podemos pensar que o cliente vai saber isso se não lhe dissermos e a pessoa vai sempre lembrar-se desta primeira interacção.

Ter esta atitude implica que vamos cumprir o que dissemos e vai dar bastante mais trabalho e não cumprir a palavra é pecado capital.

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